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Estrutura da Ordem

Para cumprir com seus objetivos, a Ordem Sagrada do Templo e do Graal necessita de uma organização bem estruturada, que possa dar apoio à irmandade em sua busca e propiciar o engrandecimento pessoal. A seguir é apresentado um pouco desta estrutura.

O Pontificado do Templo
A sede internacional da hierarquia externa da Ordem é denominada Pontificado do Templo, localizada na cidade de São José dos Campos, SP, Brasil.

Possui bailiado (jurisdição) geral sobre toda a irmandade templária e sobre todos os corpos templários regionais e locais da Ordem e está sob o comando templário do Sereníssimo Mestre Geral do Templo (imagem ilustrativa ao lado).

O Pontificado está devidamente registrado nos poderes legais competentes, segundo a legislação oficial, como uma organização sem fins lucrativos, nos termos do parágrado IV do artigo 44 do Código Civil Brasileiro. É regido civilmente por um estatuto próprio defidamente registrado no 1º Oficial de Registro de Pessoas Jurídicas da comarca de sua sede e está devidamente cadastrado na Secretaria da Receita Federal.

A Ordem como um todo, em todos os países onde atua, é regida pelo Código de Direito Sagrado Templário, com a Sagrada Regra Geral do Templo como sua carta magna, que regulamenta os princípios essenciais de vida dos templários, complementado pelas Definições, que são regulamentações complementares aplicáveis amplamente ou apenas regionalmente.

A Comendadoria Geral Templum Domini
De forma mais direta com os corpos templários locais atua a Comendadoria Geral, que é uma divisão administrativa da organização a nível mundial, o Pontificado do Templo, e que oferece nesta língua a possibilidade de admissão à distância ou local.

As Casas templárias
As Casas são corpos templários locais de vivência e estudos que oferecem à irmandade o aprofundamento de seus conhecimentos e a prática do templarismo de forma mais completa, permitindo, através de práticas litúrgicas e estudos estruturados, conhecer mais profundamente a Tradição Templária e sua busca pela plena felicidade e Iluminação. Também podem ser estabelecidas como Conventos ou Mosteiros, bem como, em sua fase de estruturação, como núcleos.

Nelas é possível usufruir inúmeros benefícios, tais como: honrar o Sagrado e a Divindade, participar de estudos e rituais, receber promoção de grau em reconhecimento ao mérito pessoal, participar de palestras e cursos, além de comungar de um ambiente fraterno com outras pessoas de ideais e pensamentos similares, chamadas tradicionalmente de irmãs e irmãos, aprimorando a convivência em todos os sentidos. Também é possível trabalhar para a melhoria da sociedade local através de suas atividades beneficentes, buscando melhorar a educação, a cultura e a saúde dos mais carentes, dentre outros projetos filantrópicos.

Uma vez admitido à Ordem através da Comendadoria Geral, o membro pode associar-se também a uma Casa (e é muito recomendável que o faça) a fim de comungar dos benefícios que ela propicia. Apesar dessa associação não ser obrigatória, é somente nas Casa que se pode ter acesso aos ensinamentos mais elevados da Ordem, bem como, pode passar pelo processo iniciático e sagrado templário, que muito contribui para sua elevação espiritual.

Caso não exista uma Casa próxima à residência, a Ordem oferece pleno suporte e orientação na formação de novos grupamentos.

Corpo de Servidores, Suboficiais e Oficiais
Todo bailiado (jurisdição) templário, desde o Pontificado do Templo, passando pela Comendadoria Geral Templum Domini e chegando até os Núcleos e Casas, é dirigido por um corpo de servidores, suboficiais e oficiais, que tomam parte em um ou mais conselhos templários, que são órgãos colegiados deliberativos ou fiscalizadores, de âmbito templário ou puramente civil, e conta ainda com uma diretoria executiva, que dá cumprimento às deliberações e responde civil e juridicamente pelo corpo templário.

É importante notar que, na Ordem, as decisões mais importantes são sempre tomadas de forma colegiada, de acordo com a Antiga Tradição, não se admitindo nenhum poder autocrático de qualquer de seus servidores, suboficiais ou oficiais e nem a glorificação a qualquer personalidade, uma vez que essas atitudes são consideradas totalmente contrárias aos Princípios Maiores, devendo ser sempre repudiadas em qualquer organização iniciática que respeite verdadeiramente a Tradição.